Antipredator Defenses Influence the Distribution of Amphibian Prey Species in the Central Amazon Rain Forest1. Hero, J., Magnusson, W. E., Rocha, C. F. D., & Catterall, C. P. Biotropica, 33(1):131--141, March, 2001.
Antipredator Defenses Influence the Distribution of Amphibian Prey Species in the Central Amazon Rain Forest1 [link]Paper  doi  abstract   bibtex   
ABSTRACT The high diversity of amphibians in the central Amazon Rain Forest allowed us to examine the influence of tadpole antipredator defenses on assemblage structure and composition within bodies of water (α diversity) and among aquatic sites (β diversity) at a local scale. During a three-year study of tadpole assemblage composition, we found that the anuran community used a variety of bodies of water for reproduction; these ranged from streams and streamside ponds to isolated forest ponds. The distribution of several tadpole species was negatively related to fish density, while other species coexisted with high densities of fish. Tadpole size did not ensure survival against fish, and few tadpoles avoided fish by hiding in the leaf litter. Controlled predation experiments using a single tadpole species in a no-choice situation were conducted over 24- to 48-hour periods. Nearly all species of tadpoles that occurred in habitats with high fish densities were unpalatable to fish (except Centrolenella oyampiensis), indicating that unpalatability is a major adaptation allowing tadpoles and fish to coexist in this system. Unpalatability (to fish), however, was not an effective antipredator defense against odonate larvae, the other major tadpole predator in this system. The combination of predation pressure and the anti-predator traits exhibited by individual species largely determined the composition of tadpole assemblages in individual bodies of water (α diversity). The heterogeneous distribution of predators among bodies water and the diversity of antipredator defenses exhibited by larval amphibians facilitated high diversity in this community (β diversity). RESUMES A elevada diversidade de anflbios na floresta Amazônica central nos permitiu examinar a influência das defesas antipredadores de girinos na estrutura e na composição das comunidades nos corpos d'água (diversidade alfa) e entre corpos d'água (diversidade beta) em uma escala local. Durante um estudo de três anos da composição da comunidade de girinos nós encontramos que a comunidade de anuros usa uma variedade de corpos d'água para a reprodução; estes variaram de córregos e de poças ao lado de córregos a poças isoladas na floresta. A distribuição de várias espécies de girinos estava negativamente relacionada à densidade de peixes enquanto outras espécies coexistiram com elevadas densidades de peixes. O tamanho do girino não assegurou a sobrevivência no encontro com peixes, e poucos girinos evitaram os peixes abrigando-se na camada de folhiço. Experiências controladas de predação utilizando uma única espécie de girino em uma situação sem-escolha foram conduzidas durante períodos de 24-48 horas. Quase todas as espécies de girinos que ocorreram em habitats com elevadas densidades de peixes cram impalatáveis para peixes (exceto Centrolenella oyampiensis), indicando que a impalatabilidade é a principal adaptação permitindo a coexixtência de girinos e peixes neste sistema. Entretanto, a impalatabilidade (aos peixes) não foi uma defesa antipredador eficaz contra larvas de odonata, o outro principal predador de girinos neste sistema. A combinação da pressão de predação e das características antipredador exibidos por cada espécie individualmente determinou em grande parte a composição da comunidade de girinos em corpos d'água individuals (diversidade alfa). A distribuição heterogênea dos predadores entre corpos d'água e a diversidade de defesas contra predadores exibidas por larvas de anfibios facilitou a elevada diversidade nesta comunidade (diversidade beta).
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The high diversity of amphibians in the central Amazon Rain Forest allowed us to examine the influence of tadpole antipredator defenses on assemblage structure and composition within bodies of water (α diversity) and among aquatic sites (β diversity) at a local scale. During a three-year study of tadpole assemblage composition, we found that the anuran community used a variety of bodies of water for reproduction; these ranged from streams and streamside ponds to isolated forest ponds. The distribution of several tadpole species was negatively related to fish density, while other species coexisted with high densities of fish. Tadpole size did not ensure survival against fish, and few tadpoles avoided fish by hiding in the leaf litter. Controlled predation experiments using a single tadpole species in a no-choice situation were conducted over 24- to 48-hour periods. Nearly all species of tadpoles that occurred in habitats with high fish densities were unpalatable to fish (except Centrolenella oyampiensis), indicating that unpalatability is a major adaptation allowing tadpoles and fish to coexist in this system. Unpalatability (to fish), however, was not an effective antipredator defense against odonate larvae, the other major tadpole predator in this system. The combination of predation pressure and the anti-predator traits exhibited by individual species largely determined the composition of tadpole assemblages in individual bodies of water (α diversity). The heterogeneous distribution of predators among bodies water and the diversity of antipredator defenses exhibited by larval amphibians facilitated high diversity in this community (β diversity).
RESUMES
A elevada diversidade de anflbios na floresta Amazônica central nos permitiu examinar a influência das defesas antipredadores de girinos na estrutura e na composição das comunidades nos corpos d'água (diversidade alfa) e entre corpos d'água (diversidade beta) em uma escala local. Durante um estudo de três anos da composição da comunidade de girinos nós encontramos que a comunidade de anuros usa uma variedade de corpos d'água para a reprodução; estes variaram de córregos e de poças ao lado de córregos a poças isoladas na floresta. A distribuição de várias espécies de girinos estava negativamente relacionada à densidade de peixes enquanto outras espécies coexistiram com elevadas densidades de peixes. O tamanho do girino não assegurou a sobrevivência no encontro com peixes, e poucos girinos evitaram os peixes abrigando-se na camada de folhiço. Experiências controladas de predação utilizando uma única espécie de girino em uma situação sem-escolha foram conduzidas durante períodos de 24-48 horas. Quase todas as espécies de girinos que ocorreram em habitats com elevadas densidades de peixes cram impalatáveis para peixes (exceto Centrolenella oyampiensis), indicando que a impalatabilidade é a principal adaptação permitindo a coexixtência de girinos e peixes neste sistema. Entretanto, a impalatabilidade (aos peixes) não foi uma defesa antipredador eficaz contra larvas de odonata, o outro principal predador de girinos neste sistema. A combinação da pressão de predação e das características antipredador exibidos por cada espécie individualmente determinou em grande parte a composição da comunidade de girinos em corpos d'água individuals (diversidade alfa). A distribuição heterogênea dos predadores entre corpos d'água e a diversidade de defesas contra predadores exibidas por larvas de anfibios facilitou a elevada diversidade nesta comunidade (diversidade beta).},
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